ODANIGEEK

Consultoria

Eu resolvo o problema. A ferramenta entra depois.

Todo projeto começa no mesmo lugar: qual é o gargalo, quanto ele custa por mês e o que acontece se ninguém mexer nele. Só depois disso a gente decide se a resposta é IA, automação, Notion — ou nenhuma das três.

Agente de IA, automação e ferramenta entram como peça da solução, nunca como a solução. Ferramenta nova em processo errado só faz o processo errado rodar mais rápido — e agente de IA em cima de processo indefinido erra mais rápido ainda.

Poucos projetos por vez: você trata direto com quem desenha e implementa a solução — que escala usando IA pesado, não repassando o seu caso adiante.

Me contar o problema

Pra quem funciona — e pra quem não funciona

Faz sentido se

  • Existe trabalho repetitivo que já dá pra descrever em passo a passo, e mesmo assim alguém refaz na mão toda semana.
  • Você já tentou resolver comprando ferramenta — inclusive IA — e o problema voltou duas semanas depois.
  • A informação está espalhada em cinco lugares e ninguém sabe qual é a versão certa.
  • Você quer entender o sistema que vai operar, não só receber ele pronto.

Não faz sentido se

  • O pedido é “colocar IA” no negócio, sem dizer em quê. IA não é objetivo — é uma das peças.
  • Você precisa de alguém pra tocar a rotina todo dia. Isso é operação, não consultoria, e eu não faço.
  • O critério é o menor preço. Eu concorro por resultado e por profundidade, não por tabela mais barata.
  • Você quer um número bonito de produtividade pro slide. Se aparecer ganho, ele sai medido do seu caso — não de um case de outra pessoa.

Como funciona

Quatro etapas. Cada uma termina numa entrega que dá pra ler e cobrar — não em “seguimos alinhados”.

  1. Diagnóstico

    A gente olha como o trabalho acontece hoje: quem faz, em que ferramenta, quantas vezes e onde ele trava. Nesta etapa eu pergunto muito e prometo pouco.

    O que sai daqui O gargalo nomeado, com o custo dele estimado em tempo.

  2. Desenho da solução

    O que muda no processo, o que vira automático, o que continua humano e quais ferramentas entram — cada uma justificada pelo problema que resolve.

    O que sai daqui Escopo, prazo e preço fechados antes de qualquer implementação.

  3. Implementação

    Eu construo: automações, integrações entre o que você já usa, o espaço de trabalho e as regras que sustentam o fluxo. Com o seu dado real, não em demonstração.

    O que sai daqui O fluxo rodando no seu ambiente, com o caso difícil testado junto.

  4. Entrega e autonomia

    Documentação do que foi feito e treino de quem vai operar. Você fica com o sistema e com as chaves dele.

    O que sai daqui O time opera sem mim. Se você precisar de mim a cada ajuste, o trabalho foi mal feito.

Frentes de trabalho

Quase todo projeto é uma combinação destas quatro. Quais entram, e em que ordem, é resultado do diagnóstico — não do que eu tenho vontade de vender.

Agentes de IA e automação

Desenho e implementação ponta a ponta: qual tarefa vale entregar a um agente de IA, o que ele decide sozinho, onde ele precisa te chamar e o que fica com automação determinística — que é mais barata e não inventa resposta.

Espaço de trabalho sob medida (Notion)

Notion — ou o que fizer sentido — desenhado pro seu processo, em vez de um template genérico dobrado na marra até caber. Inclui organizar o que já existe hoje.

Migração de plataforma

Sair de uma ferramenta cara, travada ou abandonada sem perder histórico, link nem o que já estava funcionando bem.

Treinamento do time

Sessões práticas em cima do trabalho real do time: o que a IA resolve bem, onde ela erra e como conferir. Sem palestra motivacional.

O método já roda aqui dentro, todo dia

O que eu desenho pra você já roda aqui dentro. O Dani Geek usa IA pesado para escalar: pesquisa, escrita, revisão contra o manual da marca, publicação e monitoramento acontecem em fluxo, todo dia, com agentes fazendo o trabalho repetitivo e gente decidindo o que importa. Não é demonstração — é o que mantém este site e as marcas dele de pé. E boa parte disso você confere agora mesmo, sem depender da minha palavra.

  • Agentes de IA em produção de verdade, não em piloto: pesquisam a pauta, escrevem, revisam contra o manual da marca e vigiam a operação — e me chamam quando a decisão é minha.
  • Implementações que já rodam fora daqui: sistema de produção de conteúdo com aprovação de cliente numa agência de marketing; CRM, OKRs, roadmap e wiki numa startup de SaaS; agenda, fichas e documentos num consultório de psicologia.
  • Este site saiu do WordPress e virou site estático com as 43 URLs antigas intactas: nenhum link quebrado, nenhuma página perdida no caminho.
  • O deploy é automático e passa por um gate de qualidade. Página sem canonical, fora do sitemap ou com imagem quebrada não vai pro ar — o sistema recusa.
  • Nos produtos, 5,0 em 98 avaliações verificadas: só quem comprou pôde avaliar, e o número está aberto na loja.

Perguntas que sempre aparecem

Quanto custa?

Não tem tabela. O preço fechado sai no fim do diagnóstico, junto do escopo e do prazo — vender pacote antes de entender o problema é receitar remédio por telefone.

Agente de IA serve pro meu caso ou ainda é hype?

Serve quando a tarefa é repetitiva, tem critério que dá pra escrever e alguém revisa a saída. Não serve quando ninguém sabe explicar como a decisão é tomada hoje — aí o agente só automatiza a confusão. A primeira parte do trabalho costuma ser justamente deixar o processo explícito; depois disso, entregar pedaços dele a um agente fica fácil.

Precisa ser Notion? Precisa ser IA?

Não. Notion, n8n, Claude e o resto são peças. Já aconteceu de a resposta ser “muda duas regras do processo e não compra nada” — e essa também é uma entrega.

Você atende empresa ou pessoa física?

Os dois. O que muda é o tamanho: profissional autônomo costuma ser um fluxo; time costuma ser um processo inteiro, com treino junto.

Meus dados vão parar dentro de um modelo de IA?

Isso entra no desenho, explicitamente: o que pode ir pra ferramenta de terceiro, o que fica na sua casa e o que nem eu preciso ver pra fazer o diagnóstico.

E quando o projeto acaba?

Você fica com o sistema documentado e com os acessos. Manutenção a gente combina à parte, mas o padrão é você não precisar.

Antes de falar comigo, veja como eu penso

Três textos que mostram o critério na prática — inclusive onde eu digo que não vale a pena.

Como começar

Me manda um e-mail com cinco linhas: o que trava, há quanto tempo, quantas pessoas sofrem com isso e o que você já tentou. Eu respondo dizendo se é caso pra mim — e, quando não for, digo o que eu faria no seu lugar.

A resposta é escrita à mão e vem com conteúdo — não é autorresponder nem funil de nutrição. Por isso pode levar um pouco.

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